ANAC, Guarulhos Certificado Com ILS CAT IIIA

Ótima notícia!

Na Proa Do Sonho

GRU – Aeroporto é o primeiro do País a receber a certificação ILS CAT IIIA

Brasília, 2 de julho de 2015 – A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) concedeu, por meio da Portaria nº 1592/SIA, de 25 de junho de 2015, certificação para o Aeroporto de Guarulhos que possibilita operações de pousos por ILS (Instrument Landing System) Categoria IIIA. Com isso, o aeroporto poderá operar em condições meteorológicas mais adversas, o que garante mais tempo de operacionalidade. O aeroporto é o primeiro do País a receber operações deste tipo.

Com o ILS Categoria IIIA, os parâmetros mínimos de teto e visibilidade para pousos ficam alterados, possibilitando uma menor restrição às aeronaves e às tripulações capacitadas, diminuindo, assim, a necessidade de alternar voos para outras localidades.

O processo de aprovação das operações foi iniciado pela Infraero e concluído pela GRU Airport, atual concessionária do aeroporto. A instalação dos equipamentos de…

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Esteira de Turbulência

Veja como é uma Esteira de Turbulência na prática:

Trens de Pouso

Trem de Pouso

DSC02116O Trem de Pouso é o conjunto de partes destinadas a apoiar o veículo no solo, amortecer os impactos do pouso, frear o avião e controlar a direção no Taxiamento.

Veja o trem de pouso em ação no vídeo a seguir:

Operação

Quanto à Operação, podem ser classificados em hidroaviões, aviões terrestres ou anfíbios.

"Opa, não era pra acontecer isso..."
“Opa, não era pra acontecer isso…”

Distância de Pouso e Decolagem

Quanto a Distância de Pouso e Decolagem, há três tipos:

  • VTOL (vertical take off and landing)
  • STOL (short take off and landing)
  • CTOL (conventional take off and landing)

 

Mobilidade

 

Quanto à Mobilidade, o trem pode ser fixo, retrátil ou escamoteável. No painel, existe uma luz (indicadora) para cada “perna” do trem de pouso, indicando se estão baixadas e travadas.

 

Disposição das Rodas

 

Quanto à Disposição das Rodas, pode ser triciclo ou convencional.

 

Existem trens de pouso de mola, que absorvem o impacto, mas não o amortecem, não dissipam a energia absorvida (fazendo o avião saltar de volta).

Em outros, o amortecimento é realizado por grossos aros de borracha, que podem ter forma de discos ou cordas.

Tesoura
“Tesoura”

Os trens de pouso hidráulicos são constituídos por uma haste que desliza dentro de um cilindro que contém fluído oleoso, que amortece o impacto. Nos hidropneu-máticos, dentro do cilindro há ar ou gás. Nestes casos, existe uma tesoura que mantém o alinhamento da roda.

 

 

O conjunto de rodas é constituído por pneu, roda e freios. Os pneus são formados por lonas e possuem banda de rodagem e sulcos. Podem ser com ou sem câmaras, ou de alta pressão ou baixa pressão. As rodas podem ser de flanges independentes, meias-rodas e cubo-e-flange. Os freios podem ser aplicados somente em um dos lados e podem ser de tambro ou a disco.

Os Freios de Tambor funcionam com o atrito de sapatas no lado interno do tambor, que provoca a frenagem. Os Freios a Disco possuem pastilhas e pinças, que fazem pressão no disco quando o freio é acionado.

Este é o Sistema Hidráulico.

 

Ainda existem os Sistemas Pneumático, que usam ar comprimido no lugar de fluído hidráulico, e o Mecânico (onde os freios são acionados mecanicamente).

 

Fazem parte do conjunto os Freios de Estacionamento, acionados por alavanca. O Sistema de Frenagem de Emergência pode ser duplicado, funcionando em conjunto, mas de maneira independente, ou então pode ser independente, separado do Principal. O ABS é um sistema que impede que os pneus derrapem.

 

Assista o vídeo impressionante abaixo, com o trem de pouso quebrado

 

Controle Direcional no Solo

O Controle Direcional no Solo é efetuado pelo trem de nariz (também chamado de bequilha), controlados pelos pedais do leme. Durante a corrida de decolagem, há o amortecedor Shimmy, que diminui a vibração do trem de nariz.

Sistema Hidráulico tem a finalidade de reduzir o esforço, utilizando a Lei de Pascal:

 

blaise-pascal“A pressão aplicada a um ponto de um fluído transmite-se igualmente para todas as partes deste fluído.”

 

 

O sistema possui um cilindro-mestre (primário), que envia o fluído até os cilindros atuadores (secundários), multiplicando a força aplicada.

 

Fórmula

 

fórmula fluído pascal

 

 

 

Onde:

r = rendimento mecânico

F = cilindro atuador

f = cilindro primário

A & a = área

 

Normalmente o Rendimento Mecânico deve ser R > 1 ou R < 1. O sistema hidráulico amplia forças com facilidade, é bastante confiável, leve, tem fácil instalação e é controlado com facilidade.

 


 

perfilEssa foi a matéria de Trem de Pouso.

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Circulação Secundária

Circulações Secundárias são perturbações de menor amplitude, tais como:

wind2

  • Brisas: marítima, durante o dia, do mar para o continente; à noite, do continente para o mar caracteriza brisa terrestre.

 

  • Ventos de Vale e Montanha:
  1. De vale: sobe durante o dia;
  2. De montanha: desce à noite.

 

  • Anabáticos e Catabáticos: Encostas Alongadas
  1. Anabático: sobe durante o dia;
  2. Catabático: desce à noite.Monções: são idênticas às brisas, mas em larga escala. De verão, do mar para a terra, um fluxo de ar úmido do oceano para o continente; de inverno, da terra para o mar, um fluxo de ar seco do continente para o oceano.

 

  • Efeito FOEHN: ventos que sopram perpendicularmente a uma montanha, sobem a encosta (barlavento) e descem (sotavento), aquecendo-se, constituindo ventos quentes e secos, chamados Ventos Foehn.

 

 

Ortodromia & Loxodromia

ORTODROMIA & LOXODROMIA

fig001

Vamos falar um pouquinho de Rotas Loxodrômicas e Rotas Ortodrômicas.
As Rotas Loxodrômicas são aquelas planejadas com direção constante, sendo as mais usadas devido à facilidade de planejamento.

As Rotas Ortodrômicas são aquelas que se caracterizam por serem os menores segmentos de um círculo máximo que passa por dois pontos. Mas por serem complexas e exigirem processos de navegação coerentes, não são muito utilizadas pela aviação de pequeno porte.

Pé de Galinha

pé de galinha

O Pé de Galinha é um artifício gráfico para se determinar rumo e proa, e que possui alguns elementos básicos:

Declinação Magnética (DMG): é o ângulo do Norte Verdadeiro (NV), podendo ser para E, W ou Nulo. Linhas Isogônicas da Carta.

Desvio Bússola (DB) ou Desvio Agulha (DA): é o ângulo do NM ao NB (Norte Bússola), podendo ser E, W ou Nulo. É o erro de indicação que a bússola pode apresentar (obtida no Cartão de Desvios).

Proa Verdadeira (PV): é o ângulo, sentido NESO, do NV à proa.

Proa Magnética (PM ou PMG): é o ângulo, sentido NESO, do NM à proa.

Proa Bússola (PB): é o ângulo, sentido NESO, do NB à proa.

Rumo Verdadeiro (RV): é o ângulo, sentido NESO, do NV até o rumo que a aeronave voa.

Rumo Magnético (RM): é o ângulo, sentido NESO, do NM ao rumo que a aeronave voa.

Deriva (DR): é o ângulo medido da proa para o rumo, podendo ser para a direita (+) ou para a esquerda (-).

Correção de Deriva (CD): é o ângulo medido do rumo para a proa, podendo ser à direita (+) ou para a esquerda (-).

 

 

 TABELA RÁPIDA

ÂNGULO DO(A) PARA SENTIDO
DMG NV NM E ou W
DB NM NB E ou W
PV NV PROA HORÁRIO
PM NM PROA HORÁRIO
PB NB PROA HORÁRIO
RV NV RUMO HORÁRIO
RM NM RUMO HORÁRIO
DR PROA RUMO ESQ. ou DIR.
CD RUMO PROA ESQ. ou DIR.

 

 

 

Os Componentes de um Motor Aeronáutico

Motor continental IO-520

Os Componentes de um Motor Aeronáutico são:

Cilindro: é onde o combustível é admitido, comprimido e queimado. De material resistente, leve e bom condutor de calor. Tem corpo e cabeça.

corpo é geralmente feito de aço e possui alhetas de resfriamento. A parte interna é endurecida para reduzir o desgaste causado pelo atrito com o pistão. Nos cilindros de liga de metal leve, o lado interno é formado por uma camisa resistente ao desgaste.

cabeça é geralmente feita de liga de alumínio e nela são instaladas as válvulas e as velas de ignição. As válvulas são instaladas nas guias de válvulas e as suas cabeças sobre anéis de metal resistente, denominados sedes de válvulas.

Câmara de Combustão: é o espaço no interior do cilindro onde a mistura é queimada. Pode ser plana, cônica ou semi-esférica

Pistão: é uma peça cilíndrica que desliza pelo interior do cilindro, que aspira e comprime o combustível, expulsa os gases queimados e transmite a força expansiva da combustão à Biela. Geralmente é de liga de alumínio.

Anéis de Segmento: são anéis instalados na saia do pistão e podem ser de compressão (2) ou de lubrificação (1). Os anéis de compressão vedam a folga entre o pistão e o cilindro. Os anéis de lubrificação são também chamados de Raspadores, pois também raspam o excesso de óleo nas paredes do cilindro, deixando apenas o suficiente para a lubrificação. Estes anéis são de material menos duro. O óleo volta para o cárter.

Biela ou Virabrequim: peça de aço que conecta o pistão ao eixo de manivelas, transmitindo a ele a força expansiva dos gases. Seu corpo tem seção em forma de I ou H para máxima resistência e mínima massa.

Eixo de Manivelas: peça para a qual se transmite a força do pistão, através da Biela. É formado por moente, suporte, braço e contrapeso

Mancais: peças que apoiam e permitem o movimento das partes móveis com o mínimo atrito. O eixo de manivelas se se apoia no cárter em mancais chamados Bronzinas ou Casquilhos. 

Válvulas: abrem e fecham a entrada da mistura de combustível e saída dos gases (admissão e escapamento).  O Sistema de Comando de Válvulas é um mecanismo que abre as válvulas por um eixo de ressaltos.

Cárter: é a carcaça onde ficam os cilindros, eixo de manivelas e acessórios.

Berço do Motor: onde o motor é fixado no avião, geralmente feito de tubos de aço em diagonal para suportar o torque e a tração.

Abekwar

Base da Nuvem

CloudThumb2x

Você sabia que é possível calcular a altura da base de uma nuvem tendo apenas a temperatura e o ponto de orvalho como valores de referência?

Veja a fórmula:

H = 125 x (T – PO)

onde:

H = Altura da Base da Nuvem

T = Temperatura

PO = Ponto de Orvalho

Isto é, bastará que você multiplique 125 pelo resultado da subtração do do ponto de orvalho da temperatura. Exemplo:

H = 125 x (30 – 10)

H = 125 x 20

H = 2500

Neste nosso exemplo, a base da nuvem estará a 2500 metros de altura.

Simples não?

Abekwar